Category > Observation notes

HCI, The Big Bang Theory e analogias

Ricardo Seiji » 23 May 2009 » In Observation notes, Reading notes » 2 Comments

Analogias são poderosas ferramentas ao conhecimento humano. Permitem que idéias transitem entre culturas, traduzindo sentidos e relacionando conceitos. Neste sentido,  Luli Rahdfahrer publicou um ótimo texto sobre entendimento de usuários e (talvez) personas:

Internet, Experts e The Big Bang Theory

Source: http://www.eclecticelectronics.net/

Source: http://www.eclecticelectronics.net/

E mais que o texto, não deixe de passar pelos comentários. Diversos personas se confirmam e semelhantes ao Leonard, Sheldon, Rajesh e Howard surgem. Eles estão fazendo um auto-elogio por já conhecer a série (gostando ou não), corrigindo o texto, reclamando pelo rebaixamento do WoW à algo não perigoso e claro, os semelhantes a Penny também estão lá, descobrindo o texto como uma excelente descoberta :)

Caso queira conhecer mais sobre o seriado, The Big bang Theory on tv.com.

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WTF is User Experince Design?

Ricardo Seiji » 10 January 2009 » In Observation notes, Reading notes » 1 Comment

Read about user experience can be a very frustrating experience. Lacks of consistence begin by its label and acronyms – User Experience Design, UX, UxD, Experience Design. After by it’s definition, there are so many different – and inconsistent – ones that the core means fades away.

To find the right way to the answer, a good strategy is to point the wrong ones. And that is what Whitney Hess does in her article,  “10 most common misconceptions about user experience design”. Quickly:

User experience is NOT:

  1. user interface design
  2. a step in the process
  3. about technology
  4. just about usability
  5. just about the user
  6. expensive
  7. easy
  8. the role of one person or department
  9. a single discipline
  10. a choice

And the best quote among great ones in the article:

Louis Rosenfeld, publisher at Rosenfeld Media, publishing books on user experience design, and co-author of the seminal 2002 book Information Architecture for the World Wide Web argues that user experience may not yet even be a discipline. “It may not even be a community just yet,” he asserts. “At best, it’s a common awareness, a thread that ties together people from different disciplines who care about good design, and who realize that today’s increasingly complex design challenges require the synthesis of different varieties of design expertise.”

So, the best definition I could reach is that User Experience still is just an awareness. Many people are trying to find out the main path, but the main scenario and elements are too blured to create a solid definition. Everybody knows that their products and services need it, but no one realizes what is exactly this need.

Let’s keep looking for it.

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The last days before the Earth stood still

Ricardo Seiji » 09 January 2009 » In Observation notes » No Comments

Just came back from the movie “The Day The Earth Stood Still” remake. I have never seen the original one, so  everything was new to me.

Despite visual effects, actors and so, the usage of new technologies is an interesting point. Microsoft Surface appears to help scientists display their analysis result about the alien. Three glass cylinders over the table displayed DNA  helixes and a square piece of glass displayed some pages containing the alien profile. (Obs: The first scene shows an Windows 7 loading screen :P )

Also the army people used was seems to be an UMPC from Toshiba running Windows Vista to display some maps. (would be the very first first time using it, the Windows and Intel “powered” labels still glued on the sides…)

The last one I remember was a touch translucid display with news.

And that’s it, after all everything became nothing becouse the Earth stood still.

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Repeat

Ricardo Seiji » 08 September 2008 » In Observation notes » No Comments

  1. Go to work;
  2. Send your kids to school;
  3. Follow fashion;
  4. Act normal;
  5. Walk on the pavement;
  6. Watch tv;
  7. Save for the old age;
  8. Obey the law;
  9. Repeat after me: I’m free.

source: FFFFOUND!

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iPhone

Ricardo Seiji » 26 June 2007 » In Observation notes » No Comments

Muita gente vem falando dele por causa dos recursos e efeito ‘ohhh! nossa!’. Tela touchscreen por si só ainda causa um certo ‘ohhh’ e ainda mais multi-toque, é de encher os olhos. Todos os recursos com as possibilidades de interação são realmente fantásticas… apesar de não serem nada inovadoras. Bom, mas de features e o que dá para fazer com eles muita gente já falou e ainda fala. E agora, ainda mais por estarmos a 2 dias do lançamento.

O que me chamou atenção (extra) foi um dos comerciais, indicado pela Stella.

iPhone

Gosto muito da Bebel Gilberto e do Linkin Park e fiquei todo feliz por artistas que gosto estarem num iPhone.
Esse post é sobre algo bem pessoal… mas me fez pensar se esse fato que me chamou atenção foi um acaso ou então tem algum direcionamento de target. E como será esse target? Como eu? E como eu sou? ;)

Ah, outra coisa… o anúncio de que a interface do iPhone seja baseada no engine do Safari e com isso muita coisa funcionado por AJAX. Não li mais a respeito, mas é um nicho do mercado interessante que se abre, principalmente para mim.

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Entrevista com Pierre Lévy (Roda Viva, 2001)

Ricardo Seiji » 02 May 2007 » In Observation notes, Reading notes » 1 Comment

Pontos abordados durante a entrevista com Pierre Lévy para o programa da TV Cultura.

Inclusão Digital
Desigualdades sociais, econômicas e de conhecimento separam hoje quem tem acesso ao ciberespaço ou não. Um dos grandes obstáculos é a falta de um meio para isso, o computador. Contudo, com o decorrer do tempo alternativas para esses problemas surgiram, como centros comunitários de acesso e a tendência é que melhorem cada vez mais.

Uso de internet por jovens
O uso da linguagem independem da mídia ou da tecnologia que estejam em evidência ou o meios utilizados para se comunicar. A alfabetização no seu sentido mais crú, que é ensinar a ler e escrever que deve ser focado no sentido de otimizar o seu uso. E esse mesmo uso ainda depende de seu propósito. Como no caso dos jovens acostumados à instant messengers, seu propósito é manter e criar amizades.

Democracia
A imprensa é a base de toda democracia moderna, sendo que esta divulga a opinião pública e dá subsidios para que discussões e opiniões sejam formadas. A circulação de informações seria a essência da democracia, portanto a comunicação. O progresso da comunicação está intrinsicamente ligado ao progresso da democracia.
A democracia eletrônica condiz ao fato das pessoas poderem elaborar mais seus problemas e não à imediatez, como tem sido difundido hoje. Isso é possível pelo acesso facilitado a documentos complexos.
Em um exemplo mais positivista de Lévy, ele descreve um sistema que seria possível ver todo o fluxo de dinheiro no mundo, assim então possibilitando que as pessoas vissem onde seus recursos estão sendo investidos. Desse modo poderia se escolher onde investir e discutir sobre de forma mais interligada. Visualmente se assemelharia a um sistema circulatório sangüíneo. Traria como principal atrativo a transparência sobre algo que sofre tantos golpes e fraudes mundialmente.

Teoria da engenharia do laço social
Seria um sistema informático onde pessoas poderiam expor suas qualidades e habilidades, disponibilizando às outras pessoas. Gerar discussões e criar uma memória coletiva e árvores de conhecimento. Tudo isso baseado em comunidades virtuais.
Seria o que hoje temos com wikis, fóruns baseados na ideologia web 2.0, sistemas de LMS e EADs mais evoluídas. A funcionalidade da blogsfera se assemelharia em parte a isso também, quando se geram discussões e posts são postos como trackbacks unidos aos comentários e ainda a organização otimizada pelos diretórios de blogs como o Technorati e BlogBlogs (no Brasil).
As árvores de conhecimento formariam uma floresta onde seria possível ver os conjuntos de conhecimentos e seus interelacionamentos podendo interferir neses, agregando e obtendo conhecimentos. E uma analogia completo de nossa sociedade com um sistema ecológico é feito.

Diversidade de conteúdo
Muitos equivocam-se ao analisar ambientes virtuais pelo número de acessos que recebem. O contexto de cada um interfere muito em aspéctos a serem analisados. Como sistemas de busca, aonde o Google obtém soberania hoje, que recebem um número absurdo de acessos por serem indexadores de outros sites. São como as vias de uma cidade que encurtam distâncias a muitos lugares. Outros como e-commerces são usados além do seu propósito, que é ser uma loja. Usuários comparam preços, fazem reviews e buscar gerar um contexto para os itens que querem adquirir antes de sua aquisição.

Metrópole virtual
A Internet pode representar todas as metrópoles mundiais em uma só trazendo consigo todas suas características, fazendo com que algo que já é caracteristicamente diversificado, ainda mais pluralista. Abrindo redes de conhecimento, conteúdo e relacionamentos pessoais. Ele usa como exemplo a distribução de músicas que, desde a época da entrevista, já passou por diversas fases, indo do Napster ao DRM.

Interatividade
Basicamente é comunicação em forma de conversação, aonde a essencia é a liberdade e os meios são os mais variados indo dos textuais aos áudio-visuais (e por que não os táteis e oufativos?)

Televisão, Internet e a oferta de informações
Antes a filtragem de conteúdo era feita pelos meios de comunicação, hoje com o “dilúvio” o indivpiduo (ou grupo) tem que começar a assumir a postura e responsabilidade de filtrar para si mesmo qual o conteúdo lhe é interessante e pertinente.
E para conter a ansiedade de obter cada vez mais informações, devemos nos conscientizar que nunca possuiremos o conhecimento absoluto. Este é formado pelo coletivo e a partir disso, junto ao seu senso de liberdade, o indivíduo filtra as informações para melhor atuar em seu posto.

Convergência de mídias
Os principais meios de comunicação convergeram na internet, onde TV, Rádio e textos convivem multuamente. Para tvs, o caso mais recente é o YouTube, que explodiu em audiência ano passado e este ano vem o Joost, que promete revolucionar ainda mais uma vez que transmitirá também os canais de tv broadcasting que, de primeiro momento, signifca mais qualidade de conteúdo. Na questão dos rádios, as transmissões por streaing já tem um certo tempo e hoje a sua “democratização” veio com os podcasts, que são arquivos de áudio para serem ouvidos em dispositívos móveis como iPod e MP3 players diversos.

Relações Humanas
Ao contrário que se previa, a internet potencializou as relações humanas, permitindo que aproximações fossem facilitadas, inclusive por causa da ausência de barreiras físicas. E ainda, ao decorrer da história observa-se que os meios de transportes e a comunicação tiveram uma evolução recíproca. E com isso, encontros (colóquios) tem sido realizados com mais freqüência, consequentemente têm-se viajado mais com o intúito de conhecer outras pessoas, trocar informações e evoluir idéias.

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Street teams, guerrilla marketing

Ricardo Seiji » 15 April 2007 » In Observation notes » 1 Comment



Linkin Park, originally uploaded by thestreetnetwork.

Junto com o pessoal da All Access Media tenho feito algumas pesquisas sobre marketing de guerrilha. Essa daqui é uma promovida pela Warner lá nos EUA, será muita cara de pau?
Não sei ainda muito bem qual os limites respeitados por aqueles que promovem, nem o quanto aqueles que ‘servem de suporte’ toleram. Vamos ver

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